Pela criação de um Colectivo Açoriano de Ecologistas que tenha por objectivo a reflexão-acção sobre os problemas ambientais, tendo presente que estes são problemas sociais e que a sua resolução não é uma simples questão de mudanças de comportamentos, mas sim uma questão de modelo de sociedade.
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sexta-feira, 8 de abril de 2016
Dinheiros públicos usados na construção da Praça de Touros de Angra do Heroísmo
Dinheiros públicos usados na construção da Praça de Touros de Angra do Heroísmo
Em 1983, começou a construção da atual praça de touros da ilha Terceira, cujo projeto foi da autoria do Eng.º Fernando Ávila e a primeira fase foi adjudicada por 25 mil contos à firma Matos & Santos.
No ano seguinte, em 1984, o centro de tortura de Angra do Heroísmo, foi inaugurado no dia 21 de junho, tendo assistido à cerimónia pessoas sem coração, como o ministro da República, general Conceição e Silva; o presidente do Governo Regional dos Açores, Dr. Mota Amaral e Manuel de Sousa Mancebo, o maior acionista da Praça, emigrante nos Estados Unidos.
Com a “mania” das grandezas, os promotores fizeram uma praça maior do que a do Campo Pequeno, mais dois metros de diâmetro, com 28 camarotes e com uma lotação de 5.028 lugares, destes 4720 destinam-se a venda e 308 destinados às autoridades. Mas a cereja no topo do bolo ou o cúmulo da hipocrisia está na presença de uma capela que tinha como orago Nossa Senhora do Pilar.
A praça da tortura era (é) pertença da Sociedade Tauromáquica Progresso Angrense- promotora de espetáculos taurinos, SARL, sendo a Tertúlia Tauromáquica Terceirense um dos sócios fundadores.
De acordo com o historiador Pedro de Merelim, “o redondel custou 50 milhões de escudos. O Executivo Regional comparticipou com 17.500 contos e o industrial Manuel de Sousa Mancebo, radicado em Tulare desde 1922, comprou ações no valor de 16.500.000$” e como se não bastasse o dinheiro de todos nós dado pelo governo “a Camara Municipal, por si, cedeu o terreno necessário a construção”.
De acordo com a ata nº 5/2015, da Reunião da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, realizada no dia 6 de março de 2015, ficou decidido, por unanimidade, “Doar à Sociedade Progresso Tauromáquica Terceirense, com o NIPC 512009481 e sede na Avenida Jácome de Bruges, o direito de propriedade plena relativamente ao prédio onde se encontra edificada a Praça de Toiros da Ilha Terceira, correspondente ao lote n.º 1, inscrito na matriz sob o artigo 1381 provisório, sito na Avenida Jácome de Bruges, referente ao loteamento titulado pela Certidão emitida pelos serviços municipais, no dia 1 de outubro de 2014, atribuindo para efeitos do mesmo contrato o valor de € 200.000,00 (duzentos mil euros).
Para além da deliberação anterior a Câmara “exige” que o fim principal seja a tortura de animais, como se poderá ver pelo ponto dois da referida deliberação: “ Incluir no contrato de doação uma cláusula que limite o fim de utilização do mesmo lote à manutenção e funcionamento em pleno da Praça de Toiros da Ilha Terceira para o exercício de atividades taurinas, sem prejuízo de outras atividades que visem a respetiva sustentabilidade económico financeira, sob pena da respetiva resolução caso se verifique o incumprimento desta obrigação, tendo por consequência a reversão do prédio objeto de doação para a esfera jurídica do Município, nos termos do artigo 960.º do Código Civil”.
5 de abril de 2016
José Ormonde
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quinta-feira, 20 de junho de 2013
Touradas não trazem benefício económico
Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia dos Açores (MCATA)
Comunicado
MCATA manifesta que as touradas não trazem nenhum benefício económico
Muitas vezes é afirmado que as touradas são uma mais-valia económica para a ilha Terceira, por movimentar um importante volume de negócio no sector da venda de comidas e bebidas. Mas a verdade é que estes benefícios, que favorecem um sector económico certamente bastante reduzido, não dependem realmente da realização de touradas e sim da realização de qualquer tipo de festividade, como fica demonstrado pela idêntica vitalidade que este sector experimenta nos eventos e festividades sem nenhuma relação com a tauromaquia ou também nas numerosas festas, sem touradas, que acontecem nas outras ilhas.
E se olhamos para o produto mais consumido durante as touradas, a cerveja, vemos que, sendo este um produto importado, produzido fora da região, o seu consumo não traz nem produz nenhuma riqueza. Antes pelo contrário, é dinheiro que sai da região.
Falando propriamente das touradas, estas apresentam muitos aspetos económicos puramente negativos. Para começar, como acontece com qualquer tipo de espetáculos, as touradas não são uma atividade produtiva. Economicamente não produzem nenhuma riqueza nem recursos, unicamente os consomem.
Consomem, por exemplo, o dinheiro que durante as festas do Espírito Santo deveria ser destinado à solidariedade, à partilha, à oferta aos mais carenciados da sociedade, e que no entanto acaba por ser gasto maioritariamente nos touros. É portanto um dinheiro que, longe de respeitar o significado tradicional das festas, longe de ajudar as pessoas necessitadas da freguesia, cada vez mais abundantes nas atuais circunstâncias, é gasto no efémero espetáculo dos touros, sem proveitos, e que ainda acaba por levar algumas pessoas feridas para o hospital.
Consomem também o dinheiro das autarquias, como a de Angra do Heroísmo, que oferece cada ano 150 mil euros só para a realização de touradas de praça. E também consome muito dinheiro que o governo regional deveria destinar a políticas sociais muito mais necessárias mas que acaba, no entanto, por ir parar a futilidades como os 75 mil euros gastos num fórum tauromáquico ou os 150 mil euros gastos num monumento ao touro. Todo somado, o dinheiro público mal gasto no espetáculos das touradas dá uma elevadíssima quantia anual que a ilha, no atual contexto económico, não pode permitir-se desperdiçar por mais tempo.
E ainda podemos falar dos efeitos negativos para a economia que a contínua realização de touradas, mais de uma por dia, acaba por ter na produtividade dos terceirenses. Ou também das pastagens, públicas e privadas, destinadas atualmente para a cria de gado bravo e que não são aproveitadas para a produção de riqueza. Ou também do efeito negativo que as touradas têm sobre o turismo, quando os turistas estrangeiros procuram principalmente um turismo de natureza, oposto ao maltrato animal que é repudiado e considerado ilegal nos seus países.
Assim, para o MCATA fica claro que as touradas são na realidade um enorme buraco negro para a economia da Terceira e que a ilha só ganhava reduzindo o seu número ou mesmo acabando, no futuro, definitivamente com elas.
Açores, 17 de Junho de 2013
A Equipa do MCATA
Comunicado
MCATA manifesta que as touradas não trazem nenhum benefício económico
Muitas vezes é afirmado que as touradas são uma mais-valia económica para a ilha Terceira, por movimentar um importante volume de negócio no sector da venda de comidas e bebidas. Mas a verdade é que estes benefícios, que favorecem um sector económico certamente bastante reduzido, não dependem realmente da realização de touradas e sim da realização de qualquer tipo de festividade, como fica demonstrado pela idêntica vitalidade que este sector experimenta nos eventos e festividades sem nenhuma relação com a tauromaquia ou também nas numerosas festas, sem touradas, que acontecem nas outras ilhas.
E se olhamos para o produto mais consumido durante as touradas, a cerveja, vemos que, sendo este um produto importado, produzido fora da região, o seu consumo não traz nem produz nenhuma riqueza. Antes pelo contrário, é dinheiro que sai da região.
Falando propriamente das touradas, estas apresentam muitos aspetos económicos puramente negativos. Para começar, como acontece com qualquer tipo de espetáculos, as touradas não são uma atividade produtiva. Economicamente não produzem nenhuma riqueza nem recursos, unicamente os consomem.
Consomem, por exemplo, o dinheiro que durante as festas do Espírito Santo deveria ser destinado à solidariedade, à partilha, à oferta aos mais carenciados da sociedade, e que no entanto acaba por ser gasto maioritariamente nos touros. É portanto um dinheiro que, longe de respeitar o significado tradicional das festas, longe de ajudar as pessoas necessitadas da freguesia, cada vez mais abundantes nas atuais circunstâncias, é gasto no efémero espetáculo dos touros, sem proveitos, e que ainda acaba por levar algumas pessoas feridas para o hospital.
Consomem também o dinheiro das autarquias, como a de Angra do Heroísmo, que oferece cada ano 150 mil euros só para a realização de touradas de praça. E também consome muito dinheiro que o governo regional deveria destinar a políticas sociais muito mais necessárias mas que acaba, no entanto, por ir parar a futilidades como os 75 mil euros gastos num fórum tauromáquico ou os 150 mil euros gastos num monumento ao touro. Todo somado, o dinheiro público mal gasto no espetáculos das touradas dá uma elevadíssima quantia anual que a ilha, no atual contexto económico, não pode permitir-se desperdiçar por mais tempo.
E ainda podemos falar dos efeitos negativos para a economia que a contínua realização de touradas, mais de uma por dia, acaba por ter na produtividade dos terceirenses. Ou também das pastagens, públicas e privadas, destinadas atualmente para a cria de gado bravo e que não são aproveitadas para a produção de riqueza. Ou também do efeito negativo que as touradas têm sobre o turismo, quando os turistas estrangeiros procuram principalmente um turismo de natureza, oposto ao maltrato animal que é repudiado e considerado ilegal nos seus países.
Assim, para o MCATA fica claro que as touradas são na realidade um enorme buraco negro para a economia da Terceira e que a ilha só ganhava reduzindo o seu número ou mesmo acabando, no futuro, definitivamente com elas.
Açores, 17 de Junho de 2013
A Equipa do MCATA
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Fim dos dinheiros públicos para as touradas
Para votar deverá fazer o login no
canto superior direito do Portal do Governo e ir a este link:
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Entra em acção contra a deseducação e contra o desperdício de dinheiros públicos
Caros e caras amigas,
Mais uma vez, nos Açores financiou-se com dinheiro público uma garraida, desta vez integrada na semana académica da Universidade dos Açores.
Pedimos a colaboração de todos e todas no envio de cartas de apelo para que sejam reconsideradas realizações futuras.
Segue abaixo uma carta-tipo e contactos dos destinatários
Agradecemos desde já o apoio.
http://iniciativa-de-cidadaos.blogspot.pt/
Para:
(Reitoria Uaç, Associação Académica da U.Açores, Provedor do Estudante, Departamento de Biologia, Departamento de Ciências Agrárias, Departamento de Educação, Departamento de Ocenografia e Pescas, Departamento de Economia e Gestão, Presidência do Governo Regional dos Açores)
dscar@uac.pt, aaua@uac.pt, provedor@uac.pt, ddb@uac.pt, ddca@uac.pt, ddce@uac.pt,ddop@uac.pt, eg@uac.pt,governoregional@azores.gov.pt
Em CC:
(Direcção Geral da Educação, Fundação para a Ciência e Tecnologia, Movimento Universitário Pelos Direitos dos Animais, Movimento Cívico Pela Abolição da Tauromaquia nos Açores)
dgidc@dgidc.min-edu.pt, redesICT@fct.pt, mudapelosanimais@gmail.com,matp.acores@gmail.com
Em BCC:
(Comunicação Social Regional e Nacional)
acores@lusa.pt, auniao@auniao.com, acorianooriental@acorianooriental.pt,atlanticoexpresso@correiodosacores.net, bomdia@rtp.pt, correioacores@mail.telepac.pt,jornal@diariodosacores.pt,diarioins@mail.telepac.pt, ecosfera@publico.pt,info@ionline.pt,informacao@asasdoatlantico.pt,joaopaz77@gmail.com,jornaldapraia@portugalmail.pt, jornalavila@mail.telepac.pt,jornaldopico@mail.telepac.pt,jornal@correiodosacores.net, manuelmoniz@diariodosacores.pt,obaluarte@sapo.pt, politica@publico.pt,ptimes@aol.com, radioacores@acorianooriental.pt,radiocanal@sapo.pt, radioflores@inbox.com,radiolumena@radiolumena.com,radiomontanha@iol.pt, radiopico@sapo.pt, sol@solnet.com,telejornal.acores@rtp.pt,
Ex.mos/as Senhores/as,
Tomei conhecimento de que a Associação Académica da Universidade dos Açores realizou uma Garraiada integrada no programa da Semana Académica do corrente ano que contou com o apoio de 28 mil euros por parte do Secretário Regional da Presidência.
Venho por este meio, apelar a Vossas Excelências que reconsiderem a realizações futuras desta pratica que não se coadunando com a dignificação da humanidade, ofende e ataca todas as pessoas defensoras de um progresso social e humano assente no respeito por todos os seres vivos.
Tendo a Universidade dos Açores departamentos de investigação cientifica, não poderá ignorar o conhecimento cientifico, que de várias maneiras tem comprovado a senciência de animais, a sua capacidade de sentir fisica e emocionalmente.
Sendo a Universidade dos Açores um espaço de formação de profissionais mas também cidadãos, deverá a instituição promover uma cultura cientifica e Educar para um pensamento critico todas as pessoas que frequentam a Universidade, desde alunos, funcionários, a docentes.
Não podendo também ignorar a situação de milhares de estudantes que se viram obrigados a deixar o ensino superior e outros que viram bloqueado o acesso ao mesmo, por falta de condições e apoios financeiros, deverá a Universidade, e todo o associativismo que envolve, dispender antes verbas e energias em acções de mobilização e chamada de atenção na defesa do direito à Educação.
Neste sentido, apelamos a toda a instituição que repudie e rejeite garraiadas e qualquer prática violenta e de humilhação que ofenda a academia ao ignorar todo o conhecimento cientifico, acabando por reforçar a alienação e falta de espirito critico da comunidade estudantil dentro da sociedade actual.
Sinceros Cumprimentos,
Nome:
Localidade:
sexta-feira, 9 de março de 2012
Andam a brincar às touradas com o nosso dinheiro
Andam a brincar às touradas com o nosso dinheiro
Tiago Mesquita (www.expresso.pt)
Sexta feira, 9 de março de 2012
O que se passa neste país falido, de pessoas falidas, de empresas falidas, com um Estado falido e com Câmaras Municipais falidas relativamente ao apoio que se dá ao massacre de touros (peço perdão - dizem os aficionados que é uma nobre arte - digo eu "vão dar sangue" e não o tirem a quem não se pode defender) para regozijo e beneficio de meia dúzia é uma pouca-vergonha. E não me venham com a história da tradição, do retorno, da treta que dá emprego a muita gente porque estamos a falar de valores pornográficos numa época de vacas magras. Querem ver, ou melhor, ler?
Estremoz vai gastar 2,5 milhões de euros para remodelar a praça de touros, 80% deste dinheiro provem de fundos europeus do programa FEDER. Repito: DOIS VIRGULA CINCO MILHÕES! Pergunta: não existirão necessidades prementes, sociais quiçá!, em Estremoz para além desta empreitada? E a existirem não deveriam ter, no mínimo, igual consideração?
A C.M da Azambuja gasta 600 mil euros para renovar praça de touros. A C.M. de Vila Franca de Xira só em 2011 gastou em tauromaquia a quantia de 4.447.271 euros! Imagino o que não terá sido gasto ao longo de vários anos. Será possível que ninguém fale disto? Ninguém questiona a utilização de verbas de valor astronómico? Andamos nós a tapar os buracos financeiros da Câmaras que devem dinheiro a tudo o que é fornecedor levando milhares de empresas à falência e milhares de pessoas ao desemprego, para estes senhores andarem a gastar no pagode?
A C.M de Santarém ao longo de vários anos tem gasto milhares de euros na compra de bilhetes para touradas, 150 mil euros só em 2009. O mesmo aconteceu em 2010 e 2011. Também em 2009 a mesma Câmara gastou nove mil euros na compra de 200 exemplares do livro "João Patinhas - Um forcado". Tudo feito através de ajustes diretos. Nove mil euros em João Patinhas? Chamem o Tio Patinhas para gerir estas Câmaras por amor de Deus.
Outro exemplo asqueroso: entre 2004 e 2010 o Governo Regional do Açores, o Município de Angra do Heroísmo e a empresa municipal "Culturanga" gastaram mais de 2.600.000,00 euros em apoios à tauromaquia.
Já em 2012 a Direção Regional do Turismo subsidiou o II Fórum Mundial Taurino com 75.000,00 euros. Sim - 2012 - o annus horribilis da nossa economia, com milhares de pessoas a passarem dificuldades extremas, desempregadas, a perderem a casa, os bens e a esperança, atoladas em dividas num desespero asfixiante. Mas para as touradas não pode faltar, não. Nunca.
Mas o escândalo continua a nível europeu com os contribuintes de todos os estados membros a pagarem subsídios aos ganadeiros de touros de lide. São milhões todos os anos e sempre os mesmos a receber. Famílias inteiras de ganadeiros e toureiros recebem subsídios entre os quais se encontram os Telles, os Núncios, por exemplo, ganadeiros como os Palhas, Infante da Câmara, Murteira Grave, etc. Neste último caso - Murteira Grave - recebe como ganadeiro e também recebe como uma empresa denominada Grave Empresa Unipessoal, Lda.
Estes dados, embora disponíveis em diversos websites governamentais, camarários e europeus são do total desconhecimento do comum dos mortais, ou da larga maioria. Sou anti-touradas. Abomino-as. Causa-me repúdio saber que em 2012 ainda habita neste planeta alguém capaz de aplaudir de pé o sofrimento de um animal. Mas isto que acabei de relatar não tem nada a ver com touradas. Isto é uma tourada.
http://aeiou.expresso.pt/andam-a-brincar-as-touradas-com-o-nosso-dinheiro=f710326
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
O Capitalismo no seu melhor: cortes na saúde, educação, assistência social, etc., fartura para as touradas

Açores 2004-2010: 2.600.000,00 € públicos gastos em subsídios para as Touradas!!!
8.000,00 € - Associação Regional de Criadores de Toiros da Tourada à Corda (Portaria n.º 416/2004 de 6/7)
8.000,00 € - Associação Regional de Criadores de Toiros da Tourada à Corda (Portaria n.º 428/2004 de 1/6)
13.250,00 € - Associação Regional de Criadores de Toiros da Tourada à Corda (Despacho n.º 399/2004 de 25/5)
2.000,00 € - Tertúlia Tauromáquica Terceirense (Despacho n.º 399/2004 de 25/5)
1.000,00 € - Mário Miguel Simão Fernandes Silva – Terceira (Despacho n.º 399/2004 de 25/5)
1.000,00 € - Tiago Sousa Pamplona Reis – Terceira (Despacho n.º 399/2004 de 25/5)
1.000,00 € - Jorge Humberto Ávila Silva – Terceira (Despacho n.º 399/2004 de 25/5)
66.000,00 € - Associação Regional de Criadores de Toiros da Tourada à Corda (Portaria n.º 634/2005 de 13/12)
923,78 € - Luísa de Fátima Dias Cota Rocha – Terceira (Despacho n.º 1212/2005 de 25/10)
1.500,00 € - Tiago Sousa Pamplona Reis – Terceira (Despacho n.º 1212/2005 de 25/10)
1.500,00 € - Tiago Sousa Pamplona Reis – Terceira (Despacho n.º 1212/2005 de 25/10)
250,00 € - Tertúlia Tauromáquica Terceirense (Município de Paia da Vitória em 2006)
1.250,00 € - Tourada Estudantes Sebastião Bendito (Município de Angra do Heroísmo em 2007)
1.000,00 € - Tertúlia Tauromáquica Terceirense (Município de Angra do Heroísmo em 2007)
25.000,00 € - Sanjoanionas 2007 (Listagem 1/2008 de 22/1)
8.740,00 € - Delegação dos Açores da Casa do Pessoal da RTP (Listagemº 1/2008 de 22/1)
109.448,00 € - Associação Regional de Criadores de Toiros da Tourada à Corda (Portaria n.º 491/2008 de 24/7)
45.000,00 € - Associação Regional de Criadores de Toiros da Tourada à Corda (Portaria n.º 225/2008, de 15/4)
12.500,00 € - Casa do Pessoal da RTP da Ilha Terceira (Portaria n.º 486/2008 de 24/7)
250,00 € - Tertúlia Tauromáquica Terceirense (Município de Paia da Vitória em 2008)
2.500,00 € - Tertúlia Tauromáquica Terceirense (Município de Angra do Heroísmo em 2008)
750,00 € - Grupo de Forcados Amadores do Ramo Grande (Município de Paia da Vitória em 2008)
1.000,00 € - Grupo de Forcados Amadores do Ramo Grande (Município de Paia da Vitória em 2008)
22.885,60 € - Sociedade Tauromáquica Progresso Terceirense - Cedência da Praça de Toiros Terceira em 2009
6.000,00 € - Grupo de Forcados Amadores Tertúlia Tauromáquica Terceirense - Sanjoaninas 2009 (Culturangra)
29.776,00 € - Aluguer de toiros de lide para a Feira de São João, Sanjoaninas 2009 (Culturangra)
60.000,00 € - Contratação do toureiro El Juli para as Sanjoaninas 2009 (Culturangra)
30.000,00 € - Contratação do cavaleiro tauromáquico Vítor Ribeiro, Sanjoaninas 2009 (Culturangra)
24.000,00 € - Contratação do cavaleiro tauromáquico Manuel Lupi para as Sanjoaninas 2009 (Culturangra)
25.000,00 € - Contratação do matador Pedrito de Portugal para as Sanjoaninas 2009 (Culturangra)
25.520,00 € - Contratação do cavaleiro tauromáquico Marcos Tenório Bastinhas para Sanjoaninas 2009 (Culturangra)
18.374,00 € - Oldemiro Mendes Toste - Aluguer de toiros de lide para Sanjoaninas 2009 (Culturangra)
19.484,00 € - António Manuel da Rocha Ferreira - Aluguer de toiros de lide para Sanjoaninas 2009 (Culturangra)
17.622,60 € - Transporte de 12 cavalos de lide, entre Lisboa e a ilha terceira, Sanjoaninas 2009 (Culturangra)
8.000,00 € - Tiago Sousa Pamplona Reis – contratação de toureiros 2009 (Culturangra)
1.452,55 € - Grupo de Forcados Amadores da TTT (Município de Angra do Heroísmo em 2009)
8.350,00 € - Tertúlia Tauromáquica Terceirense (Município de Angra do Heroísmo em 2009)
21.500,00€ - Sociedade Tauromáquica Progresso Terceirense, SA (Culturangra, EEM - Sanjoaninas 2010)
30.228,00 € - António Manuel Rocha Ferreira (11 novilhos para a Feira de São João 2010 – Culturangra)
25.000,00 € - Contratação do cavaleiro Rui Fernandes para Sanjoaninas 2010 (Culturangra)
40.000,00 € - Contratação do cavaleiro Luís Rouxinol para Sanjoaninas 2010 (Culturangra)
25.000,00 € - Contratação do cavaleiro Tiago Carreiras para Sanjoaninas 2010 (Culturangra)
25.000,00 € - Contratação do toureiro José António Ferrera San Marcos para as Sanjoaninas 2010 (Culturangra)
25.000,00 € - Contratação do toureiro Ruben Pinar Rubio para as Sanjoaninas 2010 (Culturangra)
57.500,00 € - Contratação do toureiro Miguel Angél Perera para as Sanjoaninas 2010 (Culturangra)
2.500,00 € - Grupo de Forcados Amadores da TTT (Município de Angra do Heroísmo em 2010)
7.700,00 € - Tertúlia Tauromáquica Terceirense (Município de Angra do Heroísmo em 2010)
1.745.394,30 € - Ganadaria Rego Botelho (Subsídios do IFAP)
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Mais 49 000 euros para touradas. Governo corta na saúde e esbanja nas touradas

Governo dos Açores apoia Associação Regional de Criadores de Toiros da Tourada à Corda
O Governo dos Açores atribuiu à Associação Regional de Criadores de Toiros da Tourada à Corda um subsídio a fundo perdido, no valor de 49.000 euros, destinado a comparticipar actividades daquela associação.
Concedido por portaria do Secretário Regional da Agricultura e Florestas, hoje publicada em Jornal Oficial, este apoio destina-se a comparticipar "no projecto de assistência técnica, nas acções de divulgação, do melhoramento genético e na garantia da sanidade animal, promovendo a actividade e a sua especificidade agro-pecuária".
Noé Rodrigues justifica a concessão daquela comparticipação alegando que compete à Secretaria Regional da Agricultura e Florestas "apoiar a organização, a estruturação e o desenvolvimento das várias formas de associativismo agrícola para os fins e modalidades que sejam consideradas mais viáveis e proveitosas para a economia regional".
Por outro lado, invoca que a actividade daquela associação "reveste a maior importância" ao contribuir "para a promoção da modernização, da produtividade, da rentabilidade, da formação, da melhoria genética e qualitativa das ganadarias de toiros bravos".
O Secretário Regional refere ainda que associações como esta desenvolvem uma "prestação de serviço de natureza diversa, fortalecendo a assistência técnica relacionada com a sanidade animal, o bem-estar animal e o apoio às infra-estruturas específicas para o maneio destes animais".
GaCS/HO/FG
http://correionorte.com/sociedade/9533-governo-dos-acores-apoia-associacao-regional-de-criadores-de-toiros-da-tourada-a-corda/
domingo, 24 de outubro de 2010
Dinheiros públicos para fomento da tortura animal - Ninguém gosta mais de touros do que nós que os torturamos
IX Congresso Mundial de Ganaderos, na ilha Terceira
Festa brava deve resistir a "ataques"
Os intervenientes na festa brava devem resistir aos vários "ataques" que se têm vindo a verificar "por parte de quem não quer compreender este património de Portugal no âmbito da cultura mediterrânica", defende o secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle.
A mensagem do governante foi lida pelo presidente da Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide, João Andrade, ontem, no IX Congresso Mundial de Ganaderos de Toiros de Lide.
As palavras do secretário de Estado da Cultura foram especialmente destinadas aos ganadeiros, que escreveu que o toiro de lide representa esse património "inestimável" que é a festa brava.
Segundo Elísio Summavielle vários documentos importantes, como a declaração da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, em 2002, destacam a importância de serem mantidas as tradições de cada povo.
Recorde-se que o Parlamento da Catalunha decidiu proibir a celebração das corridas de touros nesta região de Espanha a partir de 2012, iniciativa que foi fortemente criticada ao longo da primeira manhã do encontro.
Também o presidente da Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide referiu, na abertura do congresso, a necessidade de resistir aos "ataques" de que as touradas têm sido alvo.
Destacou que a existência de touradas garante, em primeiro lugar, a manutenção do toiro de lide, bem como a preservação de vastas áreas com valor ambiental e paisagístico.
"Este espetáculo tem sofrido ataques a nível político e social. Mas o certo é que ser aficionado é manter uma tradição cultural", disse.
Na abertura do congresso de ganadeiros o presidente da Associação Regional de Criadores de Toiros de Tourada à Corda, Duarte Pires, quanto ao confronto entre alguns setores da sociedade e o mundo taurino, referiu: "Ninguém gosta mais de toiros do que nós, que os criamos".
Referiu a relevância do espetáculo taurino na ilha Terceira, com mais de 300 manifestações ao longo do ano.
Também José Parreira, dirigente da Tertúlia Tauromáquica Terceirense, destacou este volume de manifestações taurinas.
Agradecendo o apoio do Governo Regional, patrocinadores e colaboradores, José Parreira referiu o facto de a Tertúlia ter avançado, apesar da crise, com a organização na Terceira deste evento a nível mundial como um passo importante para a ilha. "Podemos, assim, falar de toiros ao mais alto nível", concluiu.
FONTE: DI, 22 de Outubro de 2010
Nota- Numa altura em que o(s) governo(s) corta(m) nos apoios sociais, reduz(em) nos vencimentos este triste evento foi apoiado pelo Governo Regional dos Açores, através da Direcção Regional do Desenvolvimento Agrário e da Direcção Regional do Turismo e pelas Câmaras Municipais de Angra do Heroísmo e da Praia da Vitória.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Eles dão-nos música
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