quinta-feira, 12 de março de 2009

Não às Corridas Picadas e aos Touros de Morte

Caros amigos,

Por favor, enviem a mensagem sugerida abaixo – ou escrevam a sua própria mensagem, se preferirem – para as autoridades governamentais, legislativas e de turismo de Portugal e dos Açores, pedindo aos dirigentes destes organismos que mantenham as sortes de varas e as touradas de morte ilegais nos Açores. Os Açores e Portugal, como um todo, devem dar apenas passos no sentido de aumentar e modernizar a protecção dos animais, nomeadamente banindo as touradas, e não legalizar ainda mais actividades de violência contra animais.

Cumprimentos

Teófilo Braga

Por favor enviem as suas mensagens para: pm@pm.gov.pt; gmei@mei.gov.pt; seturismo@mei.gov.pt; info@turismodeportugal.pt; presidencia@azores.gov.pt; sre@azores.gov.pt; acoresturismo@mail.telepac.pt; geral@alra.pt; pres@alra.pt; gppsterceira@alra.pt; gppsgflores@alra.pt; gppspico@alra.pt; gppssjorge@alra.pt; gppsgraciosa@alra.pt; gppsfaial@alra.pt; gppssmiguel@alra.pt; gppssmaria@alra.pt; gppsdfaial@alra.pt; gppsdsmiguel@alra.pt; gppsdterceira@alra.pt; gppsdsmaria@alra.pt; gppsdgraciosa@alra.pt; gppsdsjorge@alra.pt; gppsdpico@alra.pt; gppsdgflores@alra.pt; gpcdsppfaial@alra.pt; gpcdsppsmiguel@alra.pt; gpcdsppterceira@alra.pt; gpcdsppsjorge@alra.pt; gpcdsppflores@alra.pt; gpbefaial@alra.pt; gpbesmiguel@alra.pt; gpbeterceira@alra.pt; rppcpfaial@alra.pt; rppcpsmiguel@alra.pt; rpppmfaial@alra.pt; rpppmcorvo@alra.pt; Com Conhecimento (Cc) a: campanhas@animal.org.pt; terralivreacores@gmail.com

Exm.º Senhor Primeiro Ministro
Exm.º Senhor Ministro da Economia
Exm.º Senhor Secretário de Estado do Turismo
Exm.º Senhor Presidente do Governo Regional dos Açores
Exm.º Senhor Secretário Regional da Economia dos Açores
Exm.º Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Região dos Açores
Exm.os Senhores Presidentes dos Grupos Parlamentares na Assembleia Legislativa da Região dos Açores
Exm.º Senhor Presidente do Instituto do Turismo de Portugal
Exm.º Senhor Director Regional de Turismo dos Açores

Excelências,

Soube que, depois da aprovação do novo Estatuto Político-Administrativo dos Açores, a Assembleia Legislativa Regional dos Açores poderá ter agora poder e liberdade constitucionais para legalizar as sortes de varas e as touradas de morte nesta região, onde há muito tempo alguns agentes tauromáquicos locais defendem que este passo seja dado – ainda que a maioria dos açorianos (e, obviamente, a maioria dos residentes no continente) não queira que tal aconteça.

É neste sentido que venho pedir a V. Ex.as que tomem todas as medidas necessárias e adequadas para que um tal retrocesso legislativo e político, moral e civilizacional não se registe.

Enquanto é certo que os Açores só poderão ganhar, em termos promocionais e turísticos, com qualquer medida que faça com que os animais sejam mais respeitados e melhor protegidos nesta região, não é menos verdade que, se uma tal medida, como esta que os defensores das touradas tanto advogam, fosse tomada, a região dos Açores ficaria com a sua imagem severamente manchada, tanto junto de turistas nacionais quanto de turistas estrangeiros, perdendo uma enorme quantidade de visitantes que deixaria de querer visitar uma região onde algo de tão cruel e obscuro viesse a ser permitido, quando actualmente é proibido.

Peço, pois, a V. Ex.as que não permitam que um tal retrocesso aconteça em circunstância alguma, antes tomando medidas no sentido de promover uma maior protecção dos animais na região dos Açores, ao invés de permitirem que haja uma ainda mais extrema forma de tortura destes.

Agradecendo antecipadamente a atenção de V. Ex.as e ficando na expectativa de uma resposta a esta mensagem, que espero que seja positiva,

Com os meus melhores cumprimentos,
[Indique o SEU NOME AQUI]
[Indique a SUA CIDADE AQUI]
[Indique o SEU ENDEREÇO DE E-MAIL AQUI]

quarta-feira, 11 de março de 2009

Wir sagen Nein zur Quälerei und zum Abschlachten vom Stieren auf den Azoren!

Nach mehreren erfolglosen Versuchen, Stierkämpfe auf der Insel Terceira durchzuführen, konnte man in den letzten Jahren beobachten, wie mit großer Unterstützung der azorischen Autonomieregierung die Einführung von Stierrennen mit dem Seil (wie auf der Insel Terceira) auf Inseln propagiert wurde, auf denen keinerlei Tradition dieser Praktik besteht, wie zum Beispiel auf São Miguel und Santa Maria.

Die momentane Revision des politischen Statutes der Azoren von 2004 wird dazu genutzt, um eine Legalisierung des gegebenenfalls auch tötlich endenen Stierkampfes vorzubereiten. Um das zu verhindern, hat sich eine Gruppe von Bürgerinnen und Bürgern entschlossen, für die Rechte der Tiere zu kämpfen.

Unter Berücksichtigung, dass kein Tier zu Unterhaltunszwecken des Menschen gequält werden darf und dass ein Akt, der einzig auf die Tötung eines Tieres ausgelegt ist, ohne dass dies notwenig ist, als Mord, das heisst als Verbrechen gegen das Leben betrachtet wird (gemäß Universelle Erklärung der Tierrechte, Artikel 11), müssen Tierschutzrechte, genauso wie die Menschrechte (Artikel 14) per Gesetz festgeschrieben werden, weil wir daran glauben, dass die kulturelle Entwicklung sich über Tradition und Ignoranz hinwegsetzt. Deshalb erklären wir hiermit unsere tiefe Abneigung gegenüber dem oben erwähnten Bestreben und apellieren dafür, dass:

1- Stierrennen mit dem Seil auf den Inseln auf denen keine Tradition dieser Praktik besteht weder gefördert noch mit öffentlichen Geldern unterstützt werden;

2- Stierkämpfe mit und ohne tötlichem Ende nicht legalisiert werden, weil sie der azorianischen Kultur fremd sind;

3- eine regionale Gesetzgebung zum Schutz der Rechte der Tiere verabschiedet wird, die sich an den Vorschriften den europäischen Gesetzen und der Universellen Erklärung der Tierrechte orientiert, die am 15. Oktober 1978 verabschiedet von der UNESCO proklamiert wurde.

Wenn Sie diese Petition unterstützen möchten, unterschreiben Sie bitte mit ihrem Namen, ihrem Beruf und Herkunftsort und schicken sie an folgende Adresse: terralivreacores@gmail.com
Wenn Sie noch weitere Unterschriften sammeln können, würden wir uns sehr freuen.

Wir hoffen dass auf diese Weise das unnötige Leiden hilfloser Tiere ein Ende hat.

Wenn Sie möchten, posten Sie diese Nachricht auf ihrem Blog oder Ihrer Homepage.

terça-feira, 10 de março de 2009

MOVIMENTO INTERNACIONAL ANTI-TOURADAS




INTERNATIONAL MOVEMENT AGAINST BULLFIGHTS
MOVIMENTO INTERNACIONAL ANTI-TOURADAS
MOVIMIENTO INTERNACIONAL ANTITAURINO
MOUVEMENT INTERNATIONAL ANTI CORRIDAS
www.iwab.org
IMAB@iwab.org

URGENTE - PETICIÓN CONTRA LA INTRODUCCIÓN DE PICADORES Y TOROS DE MUERTE- AÇORES, PORTUGAL

Amig(a)os,

La suerte de varas o corridas con picadores está prohíbida por legislación nacional en Portugal.

Pero, después de una revisión en el estatuto autonómico de las Islas de Açores el parlamento de Açores puede ahora legislar sus propias leyes.

Así no solamente pueden introducir la suerte de varas como también los toros de muerte, o sea las corridas españolas.

La Asociación Terra Livre Açores esta colectando firmas en contra la introducción de corridas a española en los Açores.

Por favor apoyen esta petición no podemos permitir la introducción de picadores y toros de muerte en Açores.

Basta enviar uno email para terralivreacores@gmail.com con el nombre de vuestro colectivo, ciudad y país.

Gracias.

Por los Animales
Maria Lopes
Coordinadora
International Movement Against Bullfights
www.iwab.org

segunda-feira, 9 de março de 2009

ROLHA


Ontem (salvo erro) o telejornal da RTP/Açores noticiou que o Director da Ecoteca de São Jorge não foi autorizado a reunir com um deputado da Assembleia Legislativa Regional. A propósito de silêncio, deixamos aqui duas questões:

1- Terá sido por ser Aníbel Píres do PCP ou é a nova política do Governo Socialista?

2- A SRAM não tem direcções regionais ou está em vigor a Lei da Rolha?

3- Ainda não ouvimos a nova direcção da Quercus, fez votos de silêncio?

TB

domingo, 8 de março de 2009

No to the stabbing and slaughtering of bulls in the Azores Islands



At a time when some people taking advantage of a change in the 2004 constitution concerning the Political Statute of the Azores are preparing to persuade the Azores Legislative Assembly to legalize stabbing and slaughtering the bulls a group of citizens have decided to fight to defend animal rights including these bullfights which are part of the problem.
Considering that it is unacceptable for any animal to be tortured for human entertainment. Considering that any act that includes the needless death of any animal is biocide or a crime against life (Article II of the Universal Declaration of Animal Rights). Considering that animal rights should be defended by law, just as Human Rights ( Article 14) and as we believe that cultural evolution will replace tradition and ignorance we wish to show our total disagreement with this intention and so appeal that:
1- That street rope bullfights should not be approved nor supported by public funds on islands where they are not traditional.
2- That stabbing and slaughtering bulls, not being part of our tradition or culture should not be legalized in The Autonomous Region of the Azores.
3- That regional legislation for the protection of animals should be approved, considering the European Legislation and the Universal Declaration of Animal Rights that was proclaimed on the 15 th of October, 1978 and approved by Unesco.

Dear friends,

If you agree with the above statement, please send us a mail saying so and stating your profession or the organization you belong to, as well as your country of residence. We would be most grateful if you could also pass on our appeal.

We thank you and hope you will do this to avoid the unnecessary suffering of defenceless animals

Blog Terra Livre (terralivreacores@gmail.com)

quinta-feira, 5 de março de 2009

Fajã do Calhau



Como sei que hoje o Veríssimo não estaria calado (e a Quercus não tem dado sinal de vida), aqui vão as suas palavras: A estrada para a Fajã do Calhau é exemplo "do mais estúpido, aberrante, insustentável, sem objectivos, com piores práticas e um dos mais despesistas atentados ambientais existentes em S. Miguel" (Revista Venha Ver, nº 14, Abril de 2008).

Estou convencido que o relatório da Comissão da Assembleia Regional vai concluir que esta obra era imprescindível, que a estrada está a seguir o único trajecto possível, traçado a régua e esquadro, que está a ser feita respeitando todas as normas da engenharia cívil (e militar)e com o benemérito objectivo de dar cabo das infestantes e em prol da agricultura e florestas locais.

Além disso, para bem da nossa democracia representativa, foi dispensado o projecto, não foram incomodadas as entidades locais para dar parecer (junta de freguesia e câmara municipal)e ignorada a população local.

Em suma, em período de globalização, o que é preciso é avançar a todo o custo e fé em Deus e nos anjos.

TB

segunda-feira, 2 de março de 2009

Abaixo-assinado contra touros de morte nos Açores



Em nome da defesa dos animais, está a decorrer nos Açores uma petição contra a introdução de corridas picadas e touros de morte.
O documento que suporta o abaixo-assinado e a que o nosso jornal teve acesso, refere que “numa altura que as vozes de sempre aproveitando a revisão constitucional de 2004 e o novo Estatuto Político dos Açores, se preparam para fazer aprovar, na Assembleia Legislativa Regional, legislação que legalize a sorte de varas e depois os touros de morte, um grupo de cidadãos e cidadãs decidiu começar a luta em defesa dos direitos dos animais de que as touradas são uma parte do problema”.
Considerando que não é aceitável que “nenhum animal seja torturado para entretenimento do ser humano”, apela-se a cidadãos e organizações para que subscrevam a petição.
Isto, lê-se, considerando que todo o acto que implique “a morte de um animal, sem necessidade, é um biocídio, ou seja, um crime contra a vida (Artigo 11º da Declaração Universal dos Direitos dos Animais).
Os subscritores - entre os quais se encontram Teófilo Braga, Zuraida Soares , Aníbal Pires e Mário Furtado - acreditam que a “evolução cultural irá sobrepor-se à tradição e à ignorância”, pelo que manifestam a sua profunda discordância com a pretensão tornada pública apelam para que “ não venham a ser legalizadas as corridas picadas e os touros de morte, por serem alheias à nossa cultura”.
Apelam ainda para que seja “aprovada legislação regional de protecção dos animais que tenha em consideração o disposto na legislação europeia e na Declaração Universal dos Direitos dos Animais que foi proclamada em 15 de Outubro de 1978 e aprovada pela Unesco”. O documento defende ainda que “não sejam promovidas nem apoiadas, com recurso a dinheiros públicos, touradas à corda, nas ilhas onde tal prática não é tradição”. De resto, criticam o que consideram uma imposição das touradas à corda em ilhas onde não há qualquer tradição, como Santa Maria ou São Miguel, “com a conivência ou apoio governamental ou autárquico”. Os promotores da iniciativa de que é primeiro subscritor Aíridas Dapkevicius, investigador-bolseiro, apelam ao envio de um mail para terralivreacores@gmail.com, apoiando o documento.
Recorde-se que o investigador e jurista açoriano Álvaro Monjardino disse em Janeiro último que “não existe nenhum obstáculo para que a Assembleia Legislativa Regional possa criar legislação que autorize as touradas picadas e, no limite, as touradas de morte”. Na conferência inaugural do Fórum Mundial da Cultura Taurina, em Angra do Heroísmo, Álvaro Monjardino considerou que o “obstáculo às touradas picadas”, invocado “de forma especiosa e forçada” pelo Tribunal Constitucional, já desapareceu da lei.

Olímpia Granada, Açoriano Oriental, 2 de Março de 2009

Nota- Depois das 50 assinaturas iniciais, até ao momento já foram recolhidas mais de 100 assinaturas, entre as quais de algumas associações.