Pela criação de um Colectivo Açoriano de Ecologistas que tenha por objectivo a reflexão-acção sobre os problemas ambientais, tendo presente que estes são problemas sociais e que a sua resolução não é uma simples questão de mudanças de comportamentos, mas sim uma questão de modelo de sociedade.
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segunda-feira, 22 de outubro de 2018
A ignorância é como o azeite
"A reciclagem é termo genericamente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto".
Os políticos e os seus agentes passam a vida a falar em reciclagem confundindo as pessoas e esquecendo que antes dela há a redução e a reutilização que não pormovem porque a sua intenção é queimar o futuro através de incineradoras. Dizem eles que estão tanbém a promover a economia circular que consiste em fazer circular o dinheiro para os seus bolsos e os dos seus amigalhaços.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
sábado, 26 de janeiro de 2013
Os presidentes resíduo
Correio dos Açores, 25 de Janeiro de 2013
Nada nos move pessoalmente contra os três presidentes da Câmara pagos a peso de ouro com o nosso dinheiro. Contudo, se tivessem um pingo de bom senso e de sensibilidade para as questões sociais já há muito deveriam ter eliminado as senhas de presença nas reuniões da AMISM pelo facto de estarem lá na sua qualidade de presidentes de câmara, sendo já bem pagos por isso.
Mas se já era uma afronta a todas as pessoas que passam dificuldades receber 800 € por reunião uma autêntica nojeira foi a justificação dada pelo presidente da Câmara da Ribeira Grande que justificou o facto por nas reuniões tratarem de assuntos de importância transcendental e porque a AMISM ser rentável.
No que à primeira questão diz respeito, ao contrário do que ele afirma o concurso para a construção da incineradora é uma barbaridade que o futuro irá demonstrar ser um investimento ruinoso para todos os contribuintes.
A rentabilidade da AMISM é uma fraude pois não é suportada pela "livre concorrência" mas sim pelas taxas pagas por todos nós que são fixadas arbitrariamente pelos mesmos que decidiram os valores das senhas de presença.
Teófilo Braga
domingo, 20 de janeiro de 2013
sábado, 29 de setembro de 2012
quinta-feira, 21 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
Hoje, Rua Capitão Manuel Cordeiro, Pico da Pedra (S. Miguel, Açores)
domingo, 20 de março de 2011
O despejo de peixe para a lixeira: crime ambiental e social que persiste
Mar Açoriano: A fome e a lixeira
Em Abril de 2010 publicou o semanário Tribuna das Ilhas um artigo da minha autoria intitulado “A Pesca do Chicharro”, no qual alertava para o elevado número de licenças de pesca com redes de argola passadas para barcos da Ilha de São Miguel que fazem a pesca do chicharro.
Passado um ano, o peixe continua ir para lixeira e os pescadores, que normalmente fazem esta pesca, a ganhar soldadas miseráveis!! Os Açores beneficiam-se de situação geográfica privilegiada relativamente a muitas outras paragens, pese embora o facto de, nos últimos anos, os invernos serem bastante rigorosos e, por consequência, os pescadores ficarem por longos períodos sem poder sair para o mar. Claro, quando o
tempo permite, todos procuram pescar o máximo possível e então a oferta (no caso chicharro) é muito superior ao consumo. Descem substancialmente os preços na Lota e há mesmo peixe que não consegue ser vendido, tendo como destino a lixeira. Actualmente vivemos nos meandros de uma crise que uns poucos criaram e que muitos, a grande maioria, está pagando os respectivos custos. Algumas das entidades que praticam a caridade (Cáritas, Cozinha Económica, etc) quase já não conseguem dar resposta a tantas e tantas solicitações. Hoje não são só os que “tradicionalmente” eram considerados pobres, muitos mais vieram e engrossaram a fileira. Também não há professor que não conheça na respectiva escola casos de crianças com fome. Será que alguém entende que nestas nossas lindas Ilhas se passe fome?? E cada vez há mais fome!! Diga-se o que se disser mas “alimentar” de peixe a lixeira enquanto se passa fome é, no mínimo, um atentado à nossa dignidade!!
As licenças para redes de cerco, os subsídios atribuídos para compra e apetrechamento das embarcações que operam com este tipo de aparelho, que à partida podia ser considerada uma boa medida de gestão, só não foi uma vez que tais licenças e subsídios foram dadas indiscriminadamente, mais uma vez não foi tido em conta (a existir) qualquer parecer científico ou estudo económico. Aliás, esta parece ser prática recorrente por parte dos responsáveis por tão importante sector da nossa economia – as Pescas. Veja-se o caso das licenças de pesca para demersais passadas pelas entidades regionais com competência na matéria a embarcações que operam no Mar dos Açores com companhias exteriores à Região (Espanhóis, Peruanos e outros) e que continuam a delapidar o pouco que nos resta, contribuindo decididamente para mais falências dos pequenos armadores. Não é tornando os pescadores subsídio/dependentes, nem com medidas que estão contribuindo para falências que se dignifica tão importante e imprescindível profissão, que já viveu melhores dias por incrível que pareça. Algo está errado e só quem não quer não entende!!!
Autor: Genuíno Madruga
Fonte: Correio dos Açores, 18 Março 2011
Nota: A opinião acima, de uma pessoa que não conhecemos pessoalmente, parece-nos lúcida e é semelhante à de muitas outras vozes que se têm levantado contra este insulto às pessoas que nesta região e no mundo inteiro passam por dficuldades derivadas da má gestão dos governantes e de todos os que orbitam à sua volta. Como poderão continuar estes senhores a falar em solidariedade social e em desenvolvimento sustentável?
TB
domingo, 27 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
ECO-FREGUESIAS?
Temos percorrido a ilha de São Miguel e os vazadouros de resíduos não estão a desaparacer. Enquanto alguns persistem, outros são deslocados, nalguns casos poucos metros.
Aqui vai, outra vez, o depósito de lixos, junto ao ex-posto de leite do Sanguinal, em Vila Franca do Campo. Depois dos lixos, chegou a vez dos entulhos.
O que faz a Junta de Freguesia, o que faz a Câmara Municipal de Vila Franca do Campo?
domingo, 19 de setembro de 2010
Deseducação e Insensibilidade
Ontem, 18 de Setembro, comecei a manhã com a leitura do jornal “Voz Popular”, editado pela Casa do Povo do Pico da Pedra, e fiquei a saber que os escuteiros do Pico da Pedra na sua visita de estudo à ilha Terceira tiveram a oportunidade de visitar um centro de excelência de tortura animal, a Praça de Touros de Angra do Heroísmo.
Como não é a primeira vez que os escuteiros da minha freguesia de acolhimento confundem respeito pelos animais com maus tratos, recordamos o seu patético apoio a um ilegal e mal dimensionado Jardim Zoológico outrora existente no Pico da Pedra, surge-nos a seguinte questão: trata-se de um problema de chefias ou é a própria instituição que já deu o que tinha a dar?
Como se uma má notícia não bastasse, pouco depois da matinal leitura, ouvi a habitual crónica semanal do conhecido Padre Edmundo Pacheco, na RDP-Açores.
A juntar ao desinteresse comum às dos restantes sábados, em que o tema é sobretudo a vida quotidiana da Ribeira Grande, ilha de São Miguel, o Padre Edmundo, por lhe mirrar a inspiração ou por “ordem divina”, pouco disse para além de elogiar um congresso pretensamente mundial de ganadeiros, veja-se o número de países com touradas, que se vai realizar na Terceira, no próximo mês de Outubro e considerar de importância a realização de touradas à corda em São Miguel, segundo ele para a implantação da grande tradição portuguesa da festa brava.
Acreditamos que esta é uma posição pessoal de um homem que não tem sabido acompanhar os sinais dos tempos, mas como já é o segundo sacerdote católico de São Miguel a defender as touradas, o primeiro foi o pároco da Santa Bárbara da Ribeira Grande que com a sua Comissão de Festas promoveu uma tourada à corda, ficamos com a dúvida se não será, também, uma estratégia da hierarquia com vista a arrebanhar almas que tão arredias têm estado das igrejas.
Para terminar o dia em grande, tivemos a oportunidade de assistir ao trajecto de alguns resíduos agrícolas desde a casa do seu legítimo proprietário até às bermas de um caminho rural. Tudo mal, depois de tanta sensibilização ambiental e de carradas de eco-freguesias, e mais mal, ainda, se ficarmos a saber que o feliz transportador/proprietário recebeu, recentemente, a Medalha de Mérito Municipal de uma autarquia micaelense.
Pico da Pedra, 19 de Setembro de 2010
TB
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Fenais da Luz, uma eco-freguesia?
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