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terça-feira, 24 de agosto de 2010

Amigos do Parque Ecológico do Funchal continuam a sua luta!


Depois do fogo que destruiu o trabalho de mais de 10 anos, os Amigos do Parque Ecológico do Funchal, no passado sábado, puseram mãos à obra e recomeçaram com os primeiros trabalhos com vista a transformar o Parque Ecológico e o Campo de Educação Ambiental do Cabeço da Lenha numa área verde.

Para saber mais consulte o seu blogue: http://bisbis.blogspot.com/2010/08/desgosto-2010.html

terça-feira, 7 de abril de 2009

Cooperação Macaronésica


Um grupo de sócios do Colectivo Ecologista Turcón, de Grã Canária, está a realizar uma visita à Madeira.

No Domingo (05.04.09) fizeram o primeiro percurso a pé, entre o Pico do Areeiro e o Campo de Educação Ambiental do Cabeço da Lenha, com passagem pelo Pico Escalvado, Pico do Cedro e Poço da Neve.

Para além de terem desfrutado da extraordinária paisagem da cordilheira central e da depressão do Curral das Freiras, puderam observar a evolução da plantação de espécies indígenas, que a Associação dos Amigos do Parque Ecológico tem vindo a realizar desde Outubro de 2001 no Pico do Areeiro, e o repovoamento florestal das Serras de São Roque e Santo António, iniciado pela Direcção Regional de Florestas após a retirada do gado em 2003.

A jornada de cooperação entre as duas associações macaronésicas terminou com uma plantação de barbusanos no Campo de Educação Ambiental do Cabeço da Lenha. A selecção da espécie foi determinada pelo facto do barbusano (Apollonias barbujana) ser indígena da Madeira e das Canárias, onde é conhecido como "ébano das Canárias".
Até a próxima Sexta-feira, os nossos amigos de Grã Canária percorrerão levadas e veredas à descoberta da Laurissilva da Madeira.

Texto e Fotos: Raimundo Quintal

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Destruição de Árvores no Caminho do Comboio


No Caminho do Comboio vai surgir uma nova urbanização inimiga do Ambiente, como se pode confirmar pelas fotografias que envio em anexo.

O núcleo de árvores, visível na primeira fotografia (23.03.08), desaparecerá completamente se não forem tomadas medidas imediatas para pôr fim à destruição iniciada de forma manhosa no sábado (30.08.08).

Infelizmente já não é possível salvar as abacateiras e o loureiro, mas ainda é possível preservar o eucalipto monumental, pertencente a uma espécie indígena da Austrália e rara na Madeira.

Do Eucalyptus robusta só houve tempo para esgaçar dois ramos, pelo que a Câmara ainda está a tempo de o manter de pé e com boa saúde, para que possa continuar a desempenhar a sua função ornamental e ecológica. É importante referir, que, para além do impacto positivo na paisagem, o eucalipto tem funcionado como refúgio para corujas, que nidificam na sua
enorme copa e caçam ratos na área envolvente.

Não podemos continuar passivamente a assistir à erradicação das manchas verdes do tecido urbano do Funchal.

Saudações ecológicas,


Raimundo Quintal (Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal)